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O futuro é feminino

Como empreender pode ser algo desafiador. Para quem nunca criou o seu negócio, não sabe do que estamos falando. Essa é a realidade de muitas mulheres, que após a maternidade, buscam o empreendedorismo como uma saída para ser dona do seu tempo e organizar a agenda para os diversos papéis que cumpre em sua jornada.

O número de mulheres que empreendem cresce muito rápido, exatamente como opção após serem mães, conciliando a atividade profissional com algo que realmente tenha um propósito maior.

A coragem passa a ser o foco de todos os dias, para que sozinha ela faça valer a pena a escolha que fez para sua vida. Essa é a realidade da Alessandra Assumpção, uma comunicadora que sempre foi líder em tudo que se determinou fazer e não desistiu perante às adversidades.

Alê Assumpção

Empreender se tornou uma realidade

Tudo começou quando após ser mãe e perceber que por várias vezes o seu filho tinha as doenças próprias da idade, a sua “ficha caiu” e ela entendeu que não conseguiria ficar fora trabalhando quase 12 horas por dia, no regime de CLT, ou ainda sair todos os dias mais cedo do trabalho para cuidar e medicar o seu pequeno.

Ela postergou e o Universo tomou a decisão por ela. Foi dispensada da empresa em que atuava e ficou em casa 60 dias com seu filho afastado da escola, para que a sua saúde fosse recuperada sem o uso de mil e um medicamentos.

Quando esse processo acabou, ela pensou: E agora, o que faço da minha vida? “Meu desafio inicial foi acreditar que empreender seria realmente possível. Nasci em uma família em que seus pilares estão na CLT e no trabalho Público, como então eu iria seguir um caminho totalmente novo, onde eu não sabia o que esperar e ainda mais com um filho para criar e que o dinheiro, sim, era importante para que a casa fosse paga, os alimentos comprados, as fraldas trocadas. Eu estava bastante insegura”, explica Alessandra.

Universo e suas surpresas

Como tudo na vida tem um porquê, a jornalista conheceu várias mulheres que estavam dispostas a ajudá-la na jornada do empreendedorismo. Uma delas foi e continua sendo a Adriana da “Despertando Borboletas”.

Como o nome mesmo diz, Adriana, que passou por uma transição de carreira e decidiu empreender, estava ajudando mulheres a entenderem a sua jornada, quais as possibilidades que tinham à frente e qual fazia mais sentido seguir.

Pilares de um negócio

Alessandra sabia do que gostava de fazer, só não sabia por onde caminhar. No empreendedorismo existem muitas formas de fazer valer a pena, mas é preciso pensar em um negócio sozinha, que tenha um propósito, que ajude as pessoas, que se sustente, além ainda, de vender e ser remunerada por isso.

“Eu sempre gostei de escrever, atuei em empresas na área de redação e isso me engrandeceu, eu podia aprender e usar palavras novas, eu podia transformar um simples texto em um texto mágico, eu tinha a possibilidade de criar e inovar simplesmente através das palavras”, relata a comunicadora.

Mudança de pensamento 

E esse foi o desafio da Alessandra, que é apaixonada pelas palavras. Abrir sua mente para pensar em um negócio como um todo. Para ter ela mesma como pilar em todos os setores da sua empresa. Ser um polvo, no qual todas as decisões e o sucesso da empresa são tomadas por ela e pelas suas atividades.

“Adriana caiu como um anjo na minha vida, ela me ajudou a pensar de forma estratégica, a desenvolver o meu negócio de forma específica para o público que eu queria atender. Ela me deu ferramentas e dicas para que eu realmente entendesse o meu negócio, o que faz sentido para mim como pessoa e também como marca”, comenta a jornalista.

A mudança de mindset foi o início de tudo, ela pôde estudar e melhorar suas  habilidades, conseguiu definir suas metas e os seus objetivos alinhando-os com seus sonhos e seus valores. O autoconhecimento é essencial para quem quer empreender.

Transformação que gera felicidade

Hoje Alessandra sabe que está realizando com clareza o seu empreendedorismo e sabe aonde quer chegar. “Eu consegui sentar, escrever o meu negócio, pensar estrategicamente, desenhar meus planos e ainda traçar metas, quais seriam meus passos para chegar no meu sucesso. Acredito que uma andorinha só faz verão sim, mas ela demora muito para conquistar esse objetivo. Quando se tem ajuda, se tem alguém que já passou pelo mesmo caminho que você quer seguir, você consegue usar os aprendizados a seu favor, ou seja, mais andorinhas juntas em um mesmo propósito fazem um verão muito mais quente e feliz”, finaliza Alessandra.

Empreender solo não é fácil e contar com ajuda para mentorias, consultorias e dicas é essencial, para que você tenha uma rede de apoio para todos os momentos que precisar, seja ele uma pequena ou grande conquista.

Por isso, não faça do seu sonho um peso nas suas costas, torne-o um sonho leve em que mais mulheres possam caminhar ao seu lado, mesmo que seja para te dar apoio.

Juntas somos mais fortes e vamos mais longe. O futuro é feminino, comece a desenhar o que quer para sua vida e seja a sua verdade!